Atendimento psicológico online, com orientação psicanalítica, para brasileiros que vivem fora do Brasil. Sessões semanais por videochamada, na língua em que você se tornou quem é — e em horários que cabem no seu fuso.
Estados Unidos · Portugal · Espanha · Inglaterra · Irlanda · e outros países
Para o brasileiro que constrói a vida em outro país — e percebe que certas coisas só se dizem em português. Para quem lida com a saudade que não passa, a ansiedade de viver em outra língua, a culpa da distância, os recomeços profissionais, a criação dos filhos longe da rede de apoio — ou simplesmente quer, enfim, um espaço semanal para si. Não é preciso estar em crise para começar: é preciso querer se escutar.
Simples e sem burocracia — o formato é o mesmo que sustento com pacientes no Brasil, adaptado ao seu fuso.
Você envia uma mensagem pelo WhatsApp contando, no seu tempo, o que traz. Sem formulários, sem compromisso.
Marcamos uma sessão inicial por videochamada para nos conhecermos, tirar dúvidas e sentir se faz sentido seguirmos juntos.
Definimos um horário regular compatível com os dois fusos. A regularidade é parte do trabalho — um encontro seu, toda semana, em português.
Brasília não adota horário de verão, então a referência do Brasil é fixa o ano todo. Um exemplo prático — quando são 14h em Brasília:
| Onde você está | Verão europeu / americano | Inverno europeu / americano |
|---|---|---|
| Lisboa · Londres · Dublin | 18h | 17h |
| Madri · Barcelona | 19h | 18h |
| Nova York · Boston · Miami | 13h | 12h |
| Los Angeles · San Francisco | 10h | 9h |
Na prática: para a Europa, sessões à tarde no Brasil caem no fim do seu dia de trabalho; para os EUA, há boas janelas pela manhã e início de tarde. Ajustamos o horário duas vezes ao ano, quando o horário de verão muda aí.
Escrevo regularmente sobre a experiência psíquica de viver fora do Brasil. Alguns pontos de partida:
A saudade que não é só saudade: as perdas silenciosas de quem mudou de país.
Ler no blog →Viver em outra língua é viver em estado de prova — e isso tem custo psíquico.
Ler no blog →Por que fazer terapia em português, mesmo falando outra língua todos os dias.
Ler no blog →Provar-se duas vezes: o sentimento de fraude que fala com sotaque.
Ler no blog →Pais envelhecendo pela tela, culpa nas despedidas, amizades em outro fuso.
Ler no blog →Criar sem rede de apoio, entre duas línguas, com um filho que é “de lá”.
Ler no blog →O atendimento segue as normas do Conselho Federal de Psicologia para serviços psicológicos por meios digitais, com o mesmo sigilo profissional do consultório (CRP 16/7659). Os valores são combinados em reais; a maioria dos pacientes no exterior paga por PIX ou transferência a partir de conta mantida no Brasil — e, se não for o seu caso, encontramos juntos um formato que funcione.
Conte de onde você escreve e o que traz. A partir daí, marcamos uma primeira conversa — simples, sem compromisso, no seu fuso.
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